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O poder do cooperativismo na inclusão

  • tatiana72398
  • 4 de dez. de 2019
  • 1 min de leitura

A cidade de Rochdale, na Inglaterra, é conhecida como o berço do cooperativismo moderno. Lá, em 1844, um grupo de trabalhadores se uniu e montou seu próprio armazém, afim de comprar alimentos em grande quantidade e conseguir preços melhores. A Sociedade dos Probos de Rochdale, como são assim conhecidos, mudou padrões econômicos da época e foi pautada por valores e princípios que regem até hoje o cooperativismo. No Brasil, o movimento teve início oficialmente em 1889, com a criação da Cooperativa Econômica dos Funcionários Públicos de Ouro Preto. Desde então, com seu poder educador e emancipador, o cooperativismo tem se apresentado como instrumento para a redução da pobreza e das desigualdades.

“Enxergamos no cooperativismo e no associativismo, soluções para diversas questões atuais, como o incentivo ao empreendedorismo, com a inclusão de jovens no mercado de trabalho, contribuindo, assim, com a redução da pobreza, das desigualdades sociais e do endividamento das famílias, com melhorias na qualidade de vida”

Afirma o professor do Departamento de Ciências Contábeis da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e Conselheiro Fiscal da CRED-UFES, Leonardo de Resende Dutra.

De acordo com o docente, o momento de estagnação econômica vivenciado pelo Brasil tem feito com que o poder de inclusão, educação e emancipação proporcionado pelas cooperativas seja amplamente discutido. “A grandeza do cooperativismo se revela na satisfação dos associados, com a possibilidade de solução dos seus problemas financeiros e de sua família, pois passam a ter acesso a diversos serviços financeiros, com taxas de juros e preços diferenciados, além de receber parte das sobras apuradas no término do exercício”, explica.

 
 
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